Máscaras & Verdades: Últimos Capítulos (30)



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2016

CENA 1: MONTES ALTOS | CASA DE DIEGO |SALA | INTERIOR | MANHÃ

Juliana olha com um certo receio para Diego que está ainda mais pensativo sobre o que aconteceu com Isaque.

JULIANA: – Tudo é possível! – Responde, olhando nos olhos de seu amado.

DIEGO: – Daqui alguns dias saberemos a verdade, Juliana. – Diz, abraçando ela em seguida.


CENA 2: MONTES ALTOS | CASA DE DIEGO | RUA | EXTERIOR | MANHÃ

Um beco que dá uma visão privilegiada da casa de Diego, encostado em uma das paredes está um homem encapuzado que olha diretamente para a casa do outro. Devido ao rosto estar coberto não é possível identificá-lo. Tal homem abre um sorriso amedrontador.


CENA 3: MONTES ALTOS | EDIFÍCIO PORTAL | APARTAMENTO DE DAIANA | SALA | INTERIOR | MANHÃ

Daiana se encontra sentada no sofá, olha para Marcelo que continua em pé também olhando para ela. Ambos parecem analisar um ao outro.

MARCELO: – Eu errei feio com você, Daiana e nem sei se um dia você vai e perdoar pela dor que eu fiz você sentir, mas mesmo assim estou aqui para pedir desculpas pelas minhas desconfianças, por todo aquele ciúme.

DAIANA: – Não foi só você que errou, Marcelo. Eu também errei em não ter lhe contado nada… fui uma boba por ter escondido aquilo. Mas eu também queria dizer que tudo isso ficou pra trás, apesar da dor. -Diz se aproximando de Marcelo.

DAIANA/MARCELO (Uníssono): – Eu não quero deixar de estar com você. – Os dois dizem ao mesmo tempo. Eles sorriem ao se aproximarem.


CENA 4: MONTES ALTOS | CASA DE SEBASTIÃO | INTERIOR | TARDE

Sebastião olha para fora, tem um olhar perdido enquanto se lembra do que fez.

SEBASTIÃO: – Por mais que ele me renegue, não deixarei de sonhar que um dia ele me chame de pai… – Ele anda até um porta retrato. – O que eu fiz não foi certo, mas foi necessário. – Diz ao se lembrar de Sabrina.


CENA 5: MONTES ALTOS | EXTERIOR | TARDE

Gabriel caminha devagar por onde ele já passou, seus olhos são rápidos. Um pouco mais a frente ele avista os outros garotos e garotas órfãos, então se aproxima.

ANA: – O Gabriel voltou, gente! – Grita a mais nova correndo na direção dele. Os outros a acompanham.

GABRIEL: – Oi pessoal. – Cumprimenta um pouco desanimado.

LÉO: – O que foi, Gabriel? – Pergunta curioso ao ver o amigo cabisbaixo.

GABRIEL: – Vocês conhecem minha história… encontrei minha mãe, mas não está completo. – Diz com os olhos cheios de lágrimas. – Eu preciso encontrar minha irmã. – Revela, choroso.

Ana se aproxima de Gabriel.

ANA: – Nós vamos te ajudar, Gabriel. – Afirma o abraçando.

LÉO: – Pode contar com a gente. – Complementa se juntando ao abraço.


CENA 6: MONTES ALTOS | CASA DE JOANA | SALA | INTERIOR |TARDE

Joana se mostra bastante nervosa com o ‘desaparecimento’ de Gabriel. Ela para de andar de um lado para o outro ao ouvir a campainha. Joana abre a porta e ao ver Viriato, ela o abraça, chorando.

JOANA: – Ele sumiu de novo, Viriato… o Gabriel não está casa! – Diz em meio a soluços.

VIRIATO: – Calma, Joana. Nós encontraremos ele, prometo! – Diz enquanto afaga os cabelos dela.


CENA 7: MONTES ALTOS | SHOPPING | INTERIOR | TARDE

Yana caminha ao lado de Pedro, que por sua vez está um pouco cabisbaixo.

YANA: – Você já foi falar com esse tal Eron? – Pergunta sem tentar disfarçar sua enorme curiosidade.

PEDRO: – Sim, e é caso perdido, acredite!

YANA: – Só é caso perdido se você quiser que seja assim. – Diz, sorridente.

PEDRO: – O que você quer dizer com isso? – Pergunta, intrigado.

YANA: – Simples! Se você quer mesmo ele tem que ir atrás, e não deixar que ele escape dessa maneira. Caso o queira de volta, posso ajudar! – Diz prestativa sem deixar que o rapaz perceba suas verdadeiras intenções.


CENA 8: MONTES ALTOS | EXTERIOR | FIM DE TARDE

Já faz um certo tempo que Gabriel e os amigos percorrem as ruas em busca do paradeiro da irmã. Eles já caminham exaustos pela calçada. Gabriel olha para a mesma rua na qual até mesmo morou. Ele decide por verificar o pequeno beco, Ana e Léo o acompanham. Gabriel se espanta um pouco ao chegar mais perto.


CENA 9: MONTES ALTOS | EXTERIOR | FIM DE TARDE

Em outro local não muito longe dali, Joana segue de carro na companhia de Viriato que tenta acalmá-la.

JOANA: – Será que ele acha que pode fazer serviço de um detetive, sendo que um desses não foi capaz de encontrar ela?! – Se pergunta, chorosa.

VIRIATO: – Mas você está desconsiderando o fato de que ele viveu bons anos na rua, e a conhece bem, Joana. Mas não fica triste assim, pois logo vamos encontrar ele. – Diz segurando na mão dela.

O veículo que Viriato conduz, segue devagar pela rua quase vazia.


CENA 10: MONTES ALTOS | CASA DE JULIANA | EXTERIOR | NOITE

Diego sai do carro e dá a volta para abrir a porta do lado do carona. Juliana também sai do veículo. Os dois seguem para a porta da casa de Juliana, que por sua vez fica bastante intrigada com o silêncio que impera na morada. Ela abre a porta e se depara com uma escuridão peculiar, Diego toma a frente.

JULIANA: – Mãe! – Chama, preocupada.

Juliana não obtêm nenhuma resposta, ela se assusta.

CONTINUA

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