Devaneios


Olá, alguém daí, olha aqui, é assim que muitos se divertem, é assim que eles se medem
A aparência é o que importa mais, o interior nem significado traz
Morre então o que deveria ser lembrado, vive então aquilo que outrora fora rechaçado.

Veja bem, é assim que o mundo caminha, sob o querer alheio
É aqui o lugar onde o muito seduz, se acaba a luz, seca o coração
Lugar onde o pouco nunca é nada, caminhando na estrada e desejando o que aquele outro cidadão tem nas mãos.

Bem querer o próprio prazer
Bem saber o que tem de melhor, mas ainda assim rega o pior
Bem olhar e fingir que não vê
Todo amanhecer é passado despercebido
Índole trêmula e o sonho varrido
Pobre desapercebido que cruzar tão largo caminho.

Eles querem sempre um pouco mais
Mas não correm atrás
Preferem que o tempo traga até eles
E se o tempo não trazer, então eles farão o que tiverem de fazer.

Bocas desleais, beijos assentimentais
Peles trocadas, uma mesma ninhada
Olhos pesados, gritantes
Julgador e hipócrita, a mesma asa de cera, voos rasantes.

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