Palavras ao Vento 


Deitou, rolou
Sorriu, dançou, cantou
Roubou corações
Com suas belas canções
Os beijos adocicados
Calavam os corações amargurados.

O cristal se quebrou, o líquido vazou
A alma se desfez, como mágica se refez
Dobrou-se sobre os cacos
Recolheu os mil pedaços
Então depois chorou
Sobre o leite que derramou
Não havia como recolher.

A alma estava inquieta
Sem saber a rota certa
Totalmente sem direção
Olhava a imensidão
E tentava entender.

Não havia como consertar o que se quebrou
Não sabia como começar daquilo que restou
Se pôs a chorar e a regar a semente da coragem
Então levantou o olhar e viu que a vida é uma grande viagem.

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