CINEMA: Orações para Bobby


Oi pessoal? Como estão todos aí do outro lado? Espero que bem 😊. Vamos de filme? Chega mais então e confira a dica de hoje, uma produção repleta de emoção.


291515.jpg-c_300_300_x-f_jpg-q_x-xxyxxQuem tem sentimentos que sinta toda essa história dramática, toda a emoção ‘fictícia’ mas plenamente baseada no real, o filme de hoje é Orações para Bobby ou Prayers For Bobby no título original, uma obra cinematográfica lançada no ano de 2009 e baseada na história real de Bobby Griffith.


Sinopse

Mary, vivida pela atriz Sigourney Weaver é uma cristã devota que segue à risca as doutrinas da igreja Presbiteriana. Quando seu filho Bobby (Ryan Kelley) revela ser homossexual, ela passa a submetê-lo a terapias e ritos religiosos com o intuito de ‘curá-lo’. No entanto, Bobby não suporta a pressão toda que sofre e se atira de uma ponte, cometendo suicídio. Depois desse fato, Mary descobre um diário de Bobby e passa a entender de fato o que se passava na mente dele, um diário que traz à tona toda a angústia que o falecido filho sentia e vivia já durante alguns anos, toda pressão diária que sofria direta e indiretamente. Também buscando respostas na religião, Mary passa a interpretar de outra forma os textos.



Como não ter suas emoções mexidas e remexidas com esse filme triste e enfaticamente verdadeiro? Acredito que seja necessário ter um coração de pedra, ou até mesmo não tê-lo, para que a emoção não tome conta. Orações para Bobby é sem sombra de dúvidas, um dos filmes mais emocionantes que eu já tive a oportunidade de ver, um filme que fica na memória e que no final, pelo menos para quem tem sentimentos de verdade, faz com que se entre em uma profunda reflexão.

Entrar na vida de Bobby Griffith por meio desse filme foi uma experiência enriquecedora e realmente tocante, uma experiência que deixa marcas. Quantos jovens por aí não estão passando pelo que Bobby passou e também estão pensando em dar cabo da vida? Milhares com certeza, e isso é triste, é destruidor de uma maneira imensurável. Quantos jovens não estão sofrendo pressão para ‘se curarem’ de algo que não tem cura, pois não é e nunca foi uma doença. Doença é acabar,  a cada nova palavra pronunciada em um discurso aclamado pelos fanáticos, com a vida de muitos, é se vangloriar em cima do túmulo da autoestima alheia. Como podem dizer que amam o próximo se isso realmente não é verdade? O primeiro gay, lésbica, etc que aparecer na frente é apontado, apedrejado, pisoteado, destruído, e mais, muitas vezes dentro do próprio lar. O conceito real de amor ao próximo é triturado e não possui importância alguma, e tudo isso aos olhos de Deus, que para mim, acima de tudo é amor.

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