OBSCURO: O Tempo e a Coragem


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Contar as horas para ver os olhos que você não sabe se olha ou não para você também é uma situação repetitiva que no início de tudo se faz agradável, mas que com o passar dos sóis e luas, começa a cortar de maneira impercetível. Uma situação que parece caminhar de mãos dadas com a loucura, pois tudo parece indicar que só você alimenta um sentimento que é bonito, mas que nesse caso é doloroso também. Sem tocar, mesmo sem tocar a pessoa, você parece ter a sensação de poder sentí-la em toda sua forma palpável, obras de uma mente sedenta por realidade, desejosa de coragem.

Não há coragem suficiente para uma única palavra sequer, as pernas fraquejam, os pés não se movimentam em direção a causa de seu sorriso bobo, e o que resta então é admirar a distância o que poderia se unir a você ou não, isso nunca será sabido, pois não houve audácia necessária para que as barreiras de receios fossem rompidas, fica na dúvida,  fica com o desejo de querer muito mais que um olhar de longe. O recíproco parece nem haver cogitado a possiblidade de se manifestar ou cogitou, mas o sinal de onde estava era fraco demais.

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4 comentários sobre “OBSCURO: O Tempo e a Coragem

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