OBSCURO: No Caminho da Loucura


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Só quem viveu ou vive um amor platônico pode dizer se há muita dor ou não existe dor alguma, só quem sentiu pode declarar e atestar o sabor dessa forma ‘louca’ de amar, mas o que se sabe é que quando ainda é amor, está tudo bem, mas quando é somente paixão, as coisas se complicam de maneira enérgica, pois todos sabemos ou deveríamos saber que a paixão carrega com ela um imenso fardo de dores, dores essas que dilaceram a alma.

Não escolhemos mergulhar nesse rio de sentimento platônico, somos levados contra nossa vontade até a margem e empurrados como se fôssemos uma pena, queremos por alguns momentos nos afogar nas águas que parecem ser acolhedoras, já por outros momentos queremos apenas uma corda na qual poderemos segurar e voltar devagar para terra firme, uma terra firme somente no papel, pois quando menos esperamos, ela se movimenta sob nossos pés.

O amor e suas nuances, facetas, notas e rotas, intenso como tem que ser, mas nem sempre como desejamos, mas ele está alí presente, está no beco, na viela, escondido em um canto escuro esperando a passagem de todos, de poucos, de muitos, de alguns que possa levá-lo para casa e lhe dar um real abrigo.

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