Amor Indomável: Capítulo 1

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Ano de 2005, Centro-Oeste do Brasil

CENA 1: Sonhador, Zona Rural

O sol nasce por detrás das montanhas e revela a beleza da natureza intocada no entorno da pequena cidade de Sonhador. Um rio profundo de águas cristalinas passa próximo da cidade, as aves voam como se tivessem bailando no ar, uma grande quantidade de Araras Canindé podem ser visualizadas no topo de uma árvore que já não tem muitas folhas. Um grupo de homens seguem pela estrada de terra vermelha levando uma boa quantidade de bois e vacas, a boiada,  eles cruzam por uma propriedade, a Fazenda Serrado e seguem em frente, enquanto uma camionete que seguia atrás da boiada para em frente a porteira da fazenda.


CENA 2: Fazenda Serrado, Exterior, Manhã 

Um homem a cavalo se aproxima da porteira assim que vê o veículo, já aparenta ter em torno dos quarenta anos, ele então desce do cavalo e começa a abrir a porteira, o veículo logo entra e pára. Uma bela e jovem mulher sai da camionete, o homem abraça ela.

HORÁCIO: – Nem consigo acreditar que você está aqui, filha! – Diz enquanto a envolve em mais um abraço caloroso.

LAURA: – Já estava com saudades, pai… e dessa vez eu vim para ficar. – Afirma, sorridente.

Os dois se afastam um pouco e se entreolham.

HORÁCIO: – Sua mãe deve ter ficado uma fera. – Diz enquanto pega as rédeas do cavalo e começa a andar ao lado da filha.

LAURA: – Ela sempre fica quando o assunto é Fazenda, mas a novidade é que ela também virá.

Horácio pára de andar e encara a filha, que sorri.

LAURA: – Eu também me espantei quando ouvi da boca dela que ela viria para cá.

HORÁCIO: – É realmente impressionante, filha, pois sua mãe nunca sequer congitou tal coisa, mas será bom tê-la por perto. – Diz mexendo no cabelo de Laura. – E será bom ter você aqui também, pois sei como você gosta desse lugar.

LAURA: – Se for possível, vou viver minha vida toda aqui pai.

Pai e filha voltam a caminhar. A camionete sendo guiada pelo motorista passa por eles e estaciona em frente a sede debaixo de um frondoso pé de manga.


CENA 3: Fazenda Serrado, Exterior

Horácio mostra toda a Fazenda para a filha, que fica deslumbrada com a beleza do lugar. Os dois seguem em seus cavalos olhando todo o trabalho dos peões, que estranham um pouco o fato da filha do patrão estar por alí. A manhã passa rapidamente, logo é possível perceber nuvens de chuvas sendo formadas e logo encobrem todo o céu azul. Laura e Horácio retornam para  a sede.


CENA 4: Campo Grande, Edifício Marina, Apartamento 36, Sala, Interior, Tarde

Uma mulher caminha com o telefone sem fio próximo do ouvido, anda de um lado para o outro, está visivelmente nervosa. Depois de muito insistir, ela devolve o telefone à base e volta seu olhar para a escada.

PERPÉTUA: – Vamos logo com isso, imprestável, eu quero viajar ainda hoje. – Grita para a empregada, que aparece no alto da escada com uma gigantesca mala. – Já basta a minha filha não ter me esperado e você querendo me atrasar mais  ainda. Vamos logo, pois não quero perder o jatinho.

A empregada consegue vencer os degraus e leva a mala até Perpétua.

PERPÉTUA: – Só não demito você, pois preciso muito dos seus serviços, ainda mais agora que vou ficar um bom tempo no campo… não sei o que as pessoas veem nesses lugares. – Comenta enquanto pega sua mala, e faz uma cara feia constatando que está realmente pesada.


CENA 5: Sítio Pérola, Exterior, Tarde

Três pessoas saem de dentro de uma pequena e bonita casa, percebem que a chuva ainda não passou. O jovem olha para a mulher e o homem mais velhos.

FREDERICO: – Tem certeza que temos mesmo que ir hoje?

ALBERTO: – É hoje ou nunca, filho e a gente precisa desse dinheiro para quitarmos nossa  dívida e poder voltar a vender o que plantamos aqui.

MARIA: – Vai ser rápido, Frederico.

Os três entram em um velho carro, que Alberto, pai  de Frederico ostentava com orgulho por ter ganho de seu pai. Frederico vai  no banco detrás, pensativo.


CENA 6: Fazenda Serrado, Varanda, Exterior, Tarde

Laura vem da sala para a varanda com as chaves da camionete em uma das mãos. Seu pai, Horácio, está sentado em uma cadeira de madeira observando  a chuva cair, ele volta o olhar para Laura.

HORÁCIO: – Toma cuidado nessa estrada, filha.

LAURA: – Pode deixar, pai, eu vou e volto rapidamente trazendo a minha  mãe.

HORÁCIO: – Peça desculpas a ela por eu não estar indo junto, mas é que realmente não posso sair daqui, tenho de resolver alguns problemas.

LAURA: – Digo sim… e ela vai entender, não se preocupe!

Laura se despede do pai e entra na camionete, ela sai devagar sob o olhar atento de Horácio.


CENA 7: Sonhador, Zona Rural, Estrada, Noite

O carro onde está Frederico e seus pais vem em uma velocidade branda, a chuva se intensifica e deixa a visibilidade um pouco prejudicada. Frederico olha para o lado e vê a escuridão da Mata que fica ao lado da estrada e se assusta ao sentir o carro balançar, tudo acontece rapidamente. Frederico volta seu olhar para frente e se espanta com um clarão próximo do veículo em que está com os pais. Alberto desvia, mas derrapa na estrada e capota o carro diversas vezes, o veículo pára de cabeça para baixo. Frederico fica atordoado ao ver os pais sangrando, ele nada de mais grave sofreu além de um corte na cabeça. Frederico consegue sair do carro e tira o corpo de seus pais.

FREDERICO: – Pai, mãe, não me deixem! Não me deixem! – Grita em desespero. Frederico se abaixa próximo de Alberto e constata que ele já não respira mais, assim como sua mãe. 

Frederico coloca as mãos na cabeça, se ajoelha e grita desesperado em meio a chuva forte que cai.


CENA 8: Sonhador, Zona Rural, Estrada, Carro, Interior, Noite

O motorista olha de forma preocupada para o retrovisor, se preocupa com o que acabara de acontecer.

MOTORISTA: – Eu tenho que voltar, senhora!

PERPÉTUA: – Você não tem que voltar coisa alguma. Siga para a Fazenda, nem aconteceu nada com aquele carro ou com quem estava dentro dele. Nem ouse quebrar uma ordem minha.

MOTORISTA: Sim,  senhora! – Afirma o motorista totalmente a contra gosto.

PERPÉTUA: – Não me olhe com essa cara, faça o seu serviço!

O motorista volta a ficar de olho na estrada enquanto Perpétua o olha com raiva.

A camionete onde está Laura passa pelo carro onde está Perpétua e segue rumo a Sonhador.


CENA 9: Sonhador, Estrada, Zona Rural, Exterior, Noite 

Laura vai concentrada, e freia bruscamente quando vê o acidente que Frederico se envolveu, ela arregala os olhos e fica paralisada por alguns segundos, o farol ilumina Frederico e os corpos de seus pais. Frederico, ensopado, olha para a camionete. Laura sai do veículo horrorizada com o que vê, e se aproxima do até então desconhecido.

LAURA: – Meu Deus! – Coloca as mãos na boca. – O que houve aqui?

FREDERICO (Chorando): – O carro derrapou depois que foi fechado por outro veículo, foi tudo tão rápido. – Responde tentando enxugar as lágrimas em meio a água da chuva que se mistura.

O carro um pouco distante dalí começa a pegar fogo de forma repentina. Frederico percebe a explosão iminente e se joga sobre Laura. O carro explode após o fogo atingir o tanque de combustível. Frederico se levanta um pouco e cai para o lado, desmaiando em seguida.


CENA 10: Fazenda Serrado, Varanda, Exterior, Noite

Horácio olha para a porteira, percebe que a chuva cessou um pouco e vê um carro parar, ele observa toda a movimentação. O motorista do veículo abre a porteira e depois retorna para o carro e arranca, parando próximo da sede. Horácio se surpreende ao ver Perpétua saindo do carro. Perpétua entra rapidamente na varanda.

HORÁCIO: – Mas o que houve? A nossa filha foi te buscar agora mesmo.

PERPÉTUA: – Acontece que eu não ia esperar ela para sempre, Horácio… já basta ela ter vindo sozinha para cá e ter e deixado lá sem dizer que dia ela estava pensando em fazer essa tolice.

HORÁCIO: – Só você mesmo, Perpétua! – Diz enquanto se aproxima dela. Horácio tenta ganhar um beijo de sua esposa, mas ela desvia a face

PERPÉTUA: – Não estou para beijos, Horácio. Vou entrar e tomar um bom banho. – Diz se encaminhando para dentro da casa. Horácio a segue.


CENA 11: Sonhador, Hospital, Exterior/Interior, Noite

Laura estaciona sua camionete em frente a um imóvel que funciona como hospital. Frederico está no banco detrás, acordado e sangrando.

LAURA: – Vou lá dentro e já retorno.

Laura sai apressada do carro, e entra no imóvel, logo ela volta com dois homens vestidos de azul, são enfermeiros. Os homens retiram Frederico do banco detrás e o leva para dentro do imóvel, Laura o acompanha.


CENA 12: Fazenda Serrado, Casa, Sala,  Interior, Noite

Horácio faz com que Perpétua pare antes de colocar os pés na escada.

HORÁCIO: – Você não está aqui somente para convencer nossa filha de voltar para a cidade grande, não está?

Perpétua se vira e demonstra estar um pouco ofendida. Ela deixa de começar a subir a escada e volta para onde Horácio está.

PERPÉTUA: – Desse jeito você me ofende, Horácio. Eu estou aqui, pois queria estar ao seu lado, eu estava sentindo sua falta.

HORÁCIO: – Não pareceu isso agora a pouco. Se você está pensando  em não deixar a nossa filha viver a vida dela, acho melhor você dar meia volta.

PERPÉTUA: – Não é nada disso. – Ela o abraça. – Estou aqui por você, somente pelo seu amor, meu querido. – Ela beija de forma intensa deixando Horácio praticamente sem ar.


CENA 13: Sonhador, Hospital, Interior, Noite

Laura pega o telefone da recepção, ela olha para o pequeno corredor, também está a espera de notícias do desconhecido que ajudara. Laura disca o telefone da Fazenda, seus pai atende.

HORÁCIO (Do outro lado da linha): – Onde você está, filha? Sua mãe pegou um carro no aeroporto e já está aqui em casa.

LAURA (Ao Telefone): – Minha mãe está sempre apressada, pai. Eu estou no hospital.

HORÁCIO  (Do outro lado da linha): – Como assim hospital, Filha? O que houve com você?Questiona, aflito.

LAURA (Ao Telefone): – Calma, pai. Estou no hospital, estou ajudando uma pessoa, depois explico melhor o que aconteceu. Só liguei pra dizer que vou demorar.

HORÁCIO (Do outro lado da linha): – Depois quero saber de tudo, filha. Fica com Deus, e já estou rezando para que essa pessoa melhore.

A ligação se encerra. Laura olha novamente para o corredor e vê o médico se aproximar.

MÉDICO: – Nós conseguimos controlar o sangramento, senhorita Laura. Ele não corre riscos algum.

LAURA: – Isso é bom, isso é muito bom Doutor.

MÉDICO: – Ele pediu para vê-la, senhorita. E tente descobrir o nome dele, eu necessito muita dessa informação.

Laura segue até o quarto modesto onde Frederico está, a porta está entreaberta, ela empurra e entra e dá de cara com ele se levantando.

LAURA: –  Onde você estava indo?

FREDERICO: – Eu tenho que ir embora. Não tenho condições de ficar aqui nesse  lugar, moça.

LAURA: – Você não pode, acabou de passar por uma situação horrível… espere até amanhã de manhã.

FREDERICO: – Não posso, tenho de arranjar um jeito de dar um funeral digno aos meus pais. Coitados! – Coloca as mãos no rosto. – Os corpos deles devem estar na chuva, na lama e eu aqui.

Frederico tenta sair da cama, mas Laura o segura.

LAURA: – Quanto a isso não se preocupe, eu já resolvi tudo. Você precisa cuidar da sua saúde agora… a propósito,  qual o seu nome?

FREDERICO: – Frederico, moça. – Responde  desistindo de sair da cama.

LAURA: – O meu é Laura, muito prazer! – Se apresenta, abrindo um sorriso amigável.

Frederico sente algo estranho ao olhar diretamente nos olhos de Laura, ele se pega analisando o sorriso, a expressão dela. Os dois agora se olham de maneira inexplicável, o sorriso de ambos complementa.


CENA 14: Fazenda Serrado, Casa, Sala, Interior,  Manhã 

Horácio caminha de um lado para outro, esbarra em um abajur e quase o derruba, mas ele o segura.

HORÁCIO: – Cadê essa menina? – Se pergunta enquanto se aproxima da janela.

Perpétua desce pela escada deixando Horácio surpreso, pois ela nunca foi de acordar cedo. Ele a olha admirado.

HORÁCIO: – Tinha formiga na cama, Perpétua?

PERPÉTUA: – Não brinque com uma coisa dessas, Horácio. Eu também estou preocupado com a Laura. Você viu o que acontece quando afrouxamos as rédeas?

HORÁCIO: – Nossa filha não é nenhuma égua para que eu afrouxe ou não as rédeas, Perpétua. Eu vou até Sonhador para ver se está tudo bem com ela.

Horácio sai da sede da Fazenda deixando Perpétua enraivecida pela resposta recebida.


CENA 15: Sonhador, Cemitério, Interior, Manhã 

Laura e Frederico andam por entre os túmulos, até que ela avista o local onde enterram os pais dele. Os dois se aproximam do local, Frederico se ajoelha no chão com a ajuda de Laura próximo do túmulo, pega um punhado de terra e chora copiosamente. Laura,  no instinto, abraça Frederico que debruça a cabeça no ombro dela.

FREDERICO (Chorando): – Eu não sei agora  o que será de mim sem eles, eu não sei.

LAURA: – Você precisa ser forte e seguir em frente, mesmo que seja difícil. Eu nunca senti a dor  que você está sentindo, mas eu posso imaginar,  uma pequena ideia de quão difícil  está sendo.

FREDERICO: – Eu não devia estar chorando. – Diz se afastando e se levantando. – Eu estou sendo fraco. – Afirma enxugando as lágrimas.

LAURA: – Chorar é normal, ainda mais em uma situação dessa, Frederico. Você não está sendo fraco, só está dando vazão às suas emoções.

Frederico se deixa levar pela emoção do momento, e agora é ele quem abraça Laura, emocionado. Frederico se lembra dos momentos com seus pais e faz o abraço ficar mais caloroso. Uma chuva fina começa a cair, Frederico se despede mais uma vez de seus pais e segue de volta para a camionete de Laura. Os dois se aproximam do veículo assim que Horácio sai de seu carro.

HORÁCIO: – Filha? O que está fazendo aqui? – Questiona, intrigado.

Laura sorri enquanto se aproxima do Pai, que ainda está sem entender o que a filha está fazendo no cemitério.

LAURA: – Estou ajudando aquela pessoa que eu falei para o  senhor ontem a noite. – Diz se movimentando um pouco para o lado. Frederico aparece saindo detrás do carro. – É ele, pai… Frederico perdeu os pais ontem em um acidente.


CENA 16: Fazenda Serrado, Exterior, Manhã 

A camionete de Laura entra primeiro que o carro de seu pai que vem logo atrás. Ela para o veículo embaixo de algumas mangueiras que ficam em ambos os lados da estrada que leva até a sede da Fazenda. Laura sai da camionete,  logo Federico também sai, os dois ficam lado a lado, ele demonstra estar desconfortável.

LAURA: – Não precisa ficar assim, Federico. Sinta-se em casa, aqui você vai poder ficar o tempo que precisar.

Horácio que também já estacionara seu carro, se aproxima dos dois.

HORÁCIO: – Minha filha tem razão. Aqui você pode ficar o tempo que precisar e pode contar conosco para tudo, sei que é muito difícil estar passando para tudo isso, mas saiba que aqui você já tem amigos.

FREDERICO: – Eu não quero me aproveitar de vocês, não quero ficar aqui de graça.

HORÁCIO: – Se esse é o problema, então já não existe mais problema… você vai trabalhar para mim, estava precisando mesmo de um ajudante. – Ele sorri e estende a mão para Frederico. – O que acha?

FREDERICO: – Eu fico, mas de maneira alguma quero ser um incômodo. – Diz enquanto toca na mão de Horácio. Frederico volta seu olhar para Laura, que está sorridente.


CENA 17: Fazenda Serrado, Casa, Sala/Varanda, Interior/Exterior, Manhã 

Laura, Horácio e Frederico entram na casa. Perpétua está sentada no sofá fenquanto folheia uma revista, ela levanta o olhar e se espanta um pouco.

PERPÉTUA: – Meu Deus,  que susto! Por onde vocês andavam? – Pergunta desviando o olhar  para Frederico. – E quem é esse daí? – Questiona olhando de cima a baixo no rapaz.

LAURA: – Ele tem nome, minha mãe, é Federico. Ele acabou de perder os pais em um acidente de carro, por isso fiquei fora a noite toda, estava ajudando ele.

PERPÉTUA: – Você e sua mania de sempre ajudar os  pobres, filha.

Laura fuzila a mãe com olhos, assim como Horácio. Frederico fica visivelmente constrangido.

FREDERICO: – Eu vou lá pra fora! – Diz já se encaminhando para a varanda.

LAURA: – Não sei o motivo da senhora fazer essas coisas. – Diz, visivelmente chateada com a atitude da mãe.

Laura vai atrás de Frederico, que por sua vez está parado próximo de uma das pilastras que sustenta a varanda.

LAURA: – Me desculpe pela minha mãe, Frederico. Eu estou envergonhada pelo que ela fez.

FEDERICO: – Você não tem culpa, Laura. E eu já estou acostumado com isso. Aqui não é lugar pra mim.

LAURA: – Ninguém tem direito de dizer onde você deve ficar ou não. Você é bem vindo aqui e não ligue para a minha mãe.

Frederico olha por pequenos instantes para Laura, e desvia o olhar rapidamente.

FREDERICO: – Eu vou embora, Laura. Não quero causar nenhum aborrecimento para você ou seus pais. – Diz enquanto sai da varanda.

Laura segura o braço de Frederico que volta seu olhar para ela, que solta o braço dele.

LAURA: – Fique, não vá embora, Frederico. Você não pode ficar por aí sozinho agora que seus pais se foram. Não dê ouvidos para minha mãe. – Pede enquanto Frederico passa a olhar ela de forma doce. Laura também o olha de forma diferente, sente o coração acelerar quando suas mãos tocam a dele.

CONTINUA


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3 comentários sobre “Amor Indomável: Capítulo 1

  1. Que web novela! Estréia maravilhosa, Perpétua maravilhosa, um romance maravilhoso… Percebo um amadurecimento seu, Jair, em Amor Indomável.

    Mesmo sendo triste, o destino cruzou Laura e Frederico. Já curti! Falando em Laura, como ela é o oposto da mãe hein? Gente… Adorei a Perpétua e sua desavença com Horácio. Prometem!

    Abertura maravilhosa! Esse logotipo é lindo. ❤ Parabéns, Jair! Arrebentou! 😮

    1. Muito obrigado, Fred! 🙂
      Laura e Frederico tem muito que viver esse amor indomável nos próximos dois capítulos 🙂
      Perpétua e Horácio terão muitas desavenças, mas ela fará de tudo para passar por cima disso, pois sabe que se perder o marido, fica sem nada. Muitos dramas e muitos tramas ainda estão por vir 😊❤

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