Meias Palavras


prostradoa


As mãos dele carregavam as marcas de um tempo que não volta mais, e ele se ajoelhara, prostrara aos pés da cama no fim da noite e no amanhecer pedindo para que aquilo que ele vivenciou nunca mais voltasse a acontecer. A dor de quem viveu, só quem realmente sentiu semelhante dor para saber o que dizer e o que não dizer.

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