Palavras ao Vento 


Você mesmo se julga

Você mesmo se culpa

Você se penitencia 

Você se flagela 

Você não deixa que o julguem

Não permite que o culpem

Você é o próprio juiz de seus atos

Não quer que outro se intrometa

Você, só você pode se perdoar

Só você pode se julgar

Os outros não metam o bedelho 

Os outros se olhem no espelho

Para depois pensar em dizer

Mas não diga nada, o melhor é esquecer

Deixe que ele viva 

Deixe que ele descubra

Deixe viver a vida dele

Não julgue, não olhe e desdenhe

Você também é passível de julgamento

Então esqueça os outros e seja juiz de seu tormento 

Não olhe e já tire conclusões 

Pois você não é dono das verdades dos corações.

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12 comentários sobre “Palavras ao Vento 

  1. dá-lhe manolo Jair! li um livro que achei massa. é o “os quatros compromissos” da filosofia toltelca, de don miguel ruiz. se não me engano são esses: 1 – ser impecável com a sua palavra; 2 – não levar nada pro lado pessoal; 3 – não tirar conclusões precipitadas; 4 – dar o melhor de si. evoé ae manolo o/ poema massa o/

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